Amor, Verdade e Pró-criação

A Irmandade Comunindios Bandeira Branca, atualmente é um grupo global que nasceu na floresta Amazônica Brasileira em um pequeno vilarejo conhecido como Alter do Chão, sitio onde hoje habita uma pequena população de aproximadamente 5 mil habitantes. Um lugar conhecido por possuir belíssimas praias de areias brancas, e um rio de águas cristalinas conhecido por Tapajós.
Somos uma família que realiza cerimônias Xamanicas, utilizando como ferramenta a bebida sacramental dos povos indígenas da Amazônia, hoje mundialmente conhecida por Ayahuasca, porem, batizada por nos como Xamãe.
Em nossos encontros, damos grande importância aos princípios do Amor, Verdade e Pró-Criação. Nossa intenção de trabalho é que cada individuo possa se autoconhecer, descobrindo a nossa natureza interior e o porquê da nossa existência aqui na terra.
A proposta ritualística da Comunindios é dar a oportunidade para que cada um se reencontre com a forca divina que existe dentro de cada um de nos, a fim de aprender com esse descobrimento, e fazer o que for necessário para colocar em prática as lições aprendidas durante as experiências com o Xamãe.
Em nossas cerimônias, nos consideramos irmãos. Não buscamos guiar ninguém e também não queremos curar os participantes.
A união e integração do grupo é o que faz o trabalho coletivo da Comunindios crescer durante os rituais. Porem cada individuo deve ser responsável pelo seu preparo antes, durante e depois de cada experiência.

Blog - Irmandade Comunindios Bandeira Branca

La IRMANDADE COMUNINDIOS BANDEIRA BRANCA cumple su 3º año realizando ceremonias en España!!! VIVA!!!

Agradecemos a las más de 400 personas que han participado de nuestros rituales en

segunda-feira, agosto 29, 2011 - 12:39pm

Há anos, ouvia falar de Santo Daime e Ayahuasca. Ouvi de tudo. Desde os alarmistas: "é um perigo! É como uma droga alucinógena como outra qualquer!! Pode ser uma viagem sem volta!!" Os anti-

terça-feira, julho 19, 2011 - 4:14pm

Na chamada "civilização" ocidental, estamos todos presos a um modo de vida que privilegia a acumulação material, a superficialidade, a artificialidade, o distanciamento do real.

Como pode

terça-feira, julho 19, 2011 - 12:45pm